La necesaria divulgación de planificaciones potencialmente abusivas por parte de las grandes empresas
DOI:
https://doi.org/10.47319/rdft.v9n2.117Palabras clave:
Transparencia Fiscal, Planificación Fiscal, BEPS, DAC6, Divulgación Obligatoria, Relación Fisco-ContribuyenteResumen
El presente artículo aborda la creciente relevancia de la transparencia fiscal en el escenario global, defendiendo que dicho principio no se aplica únicamente al Estado, sino también a las grandes corporaciones, que hoy detentan un significativo poder económico y político. Se analiza el desajuste entre las iniciativas internacionales, como la Acción 12 del proyecto BEPS de la OCDE y la Directiva (UE) 2018/822 (DAC6), que promueven la divulgación obligatoria de planificaciones fiscales agresivas, y el contexto brasileño, donde el debate se concentra en la legalidad y los límites de la elusión fiscal, en detrimento de la transparencia. El estudio señala que la desconfianza mutua entre la administración tributaria y los contribuyentes representa un obstáculo fundamental para la divulgación de información fiscal. Como solución, el artículo propone la construcción de un modelo de declaración previa de planificaciones fiscales potencialmente abusivas por parte de las grandes empresas, con la debida implementación de garantías jurídicas para el contribuyente, con el fin de fomentar un ambiente de mayor cooperación y seguridad jurídica, en línea con los principios de confianza y buena fe.
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